Não sei porque algumas coisas acontecem em nossa vida. Simplesmente não tem explicações. Existem vitórias e derrotas, mas nem sempre um porquê. Nesse momento mesmo estou vivendo uma das derrotas. Um sentimento de tristeza que me envolve e fazem meus olhos derramarem lágrimas amargas e doloridas. Dor de amor abre feridas e as minhas estão todas expostas. Já sofri muito por amor e ultimamente não tenho conseguido mais lutar. Estou fraco, não quero mais sofrer desse jeito. A pior coisa é quando você ama e não sabe o que fazer. O tal “me prova” não é tão fácil quando se tem problemas. Ando chorando muito, meu coração dói (literalmente) todos os dias. A fraqueza de minha alma é visível pelos que olham para mim. Não sei como mudar, melhorar, reanimar. Só sei sofrer. Um sofrimento injusto e que não deveria estar acontecendo, mas que acontece independente de minha vontade, é apenas um resultado, um fato, uma derrota. E pensar que estava chegando o dia que nos veríamos e estaríamos juntos. Mas...
Dia 10 fui assistir a pré-estréia de O quebra Nozes no Teatro Alfa. Muito bom, cativante. Recomendo a todos. “O Quebra Nozes”, em cartaz de 11 a 21 de dezembro no Teatro Alfa, em São Paulo. Inspirado em uma adaptação francesa do conto Quebra-Nozes e o Rei dos Camundongos, do alemão Ernest Hoffmann, o balé é encenado em dois atos e apresenta a história de uma menina, Clara, na noite de Natal. Entre os presentes que Clara ganha está um boneco quebra-nozes, seu preferido. Quando todos de sua família vão dormir, a garota vai à sala brincar com o boneco e adormece. O público entra, então, nos sonhos da menina, com brinquedos que se transformam em pessoas, e canções e danças que recheiam a peça de encanto. Com direção artística de Hulda Bittencourt e direção de ensaios de Dany Bittencourt, a peça ressalta o talento de artistas brasileiros de carreira internacional. Entre os solistas convidados, estão Thiago Soares (primeiro bailarino do Royal Ballet, de Londres) e Marcelo Gomes (primeiro bai...
Eu acompanhava um amigo à banca de jornal. Meu amigo cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas, como retorno, recebeu um tratamento rude e grosseiro. Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, meu amigo sorriu atenciosamente e desejou ao jornaleiro um bom final de semana. Quando nós descíamos pela rua, perguntei: - Ele sempre lhe trata com tanta grosseria? - Sim, infelizmente é sempre assim. - E você é sempre tão atencioso e amável com ele? - Sim, sempre sou. - Por que você é tão educado, já que ele é tão rude com você? - Porque não quero que ele decida como eu devo agir. Nós somos nossos "próprios donos". Não devemos nos curvar diante de qualquer vento que sopra, nem estar à mercê do mau humor, da mesquinharia, da impaciência e da raiva dos outros. Não são os ambientes que nos transformam e sim nós que transformamos os ambientes. "Para saber quantos amigos você tem, dê uma festa... Para saber a qualidade deles, fique doente!"
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