Você me pede na carta Que eu desapareça Que eu nunca mais te procure Pra sempre te esqueça... Posso fazer sua vontade Atender seu pedido Mas esquecer é bobagem É tempo perdido... Ainda ontem Chorei de saudade Relendo a carta Sentindo o perfume Mas que fazer Com essa dor que me invade Mato esse amor Ou me mata o ciúme... Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah!... O dia inteiro te odeio Te busco, te caço Mas em meu sonho de noite Eu te beijo e te abraço... Porque os sonhos são meus Ninguém rouba e nem tira Melhor sonhar na verdade Que amar na mentira... Ainda ontem Chorei de saudade Relendo a carta Sentindo o perfume Mas que fazer Com essa dor que me invade Mato esse amor Ou me mata o ciúme... Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah!...
Se eu pudesse deixar algum presente a você, deixaria aceso o sentimento de amar a vida. A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo afora. Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem. Daria a capacidade de escolher novos rumos, novos caminhos. Deixaria, se pudesse, o respeito àquilo que é indispensável. Além do pão, o trabalho. Além do trabalho, a ação. Além da ação o cultivo à amizade. E, quando tudo mais faltasse, deixaria um segredo: O de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída.
Eu acompanhava um amigo à banca de jornal. Meu amigo cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas, como retorno, recebeu um tratamento rude e grosseiro. Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, meu amigo sorriu atenciosamente e desejou ao jornaleiro um bom final de semana. Quando nós descíamos pela rua, perguntei: - Ele sempre lhe trata com tanta grosseria? - Sim, infelizmente é sempre assim. - E você é sempre tão atencioso e amável com ele? - Sim, sempre sou. - Por que você é tão educado, já que ele é tão rude com você? - Porque não quero que ele decida como eu devo agir. Nós somos nossos "próprios donos". Não devemos nos curvar diante de qualquer vento que sopra, nem estar à mercê do mau humor, da mesquinharia, da impaciência e da raiva dos outros. Não são os ambientes que nos transformam e sim nós que transformamos os ambientes. "Para saber quantos amigos você tem, dê uma festa... Para saber a qualidade deles, fique doente!"
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